Hoje os profissionais da educação, em greve, dizem não à reforma laboral e às manigâncias do governo para tentar passar o pacote laboral no parlamento, mesmo perante a rejeição absoluta por parte dos trabalhadores, em duas greves gerais, e com sondagens que indicam 70% de rejeição da população.
Não só no setor público mas também nos setores privado, social e cooperativo, em greve , dizemos que não aceitamos trabalhar extraordinariamente sem pagamento ou que reduzam o tempo de amamentação para mães e filhos, num total desprezo humano.
O S.TO.P. fará toda a luta e juntar-se-á a todos nesta batalha por um país que se orgulhe dos direitos de quem trabalha e, como consequência, seja um melhor lugar para se viver.
Montenegro diz que a Europa “cora de inveja” com o desempenho da economia portuguesa, nós coramos de vergonha pela forma como são tratadas as mulheres e os trabalhadores em geral com salários de miséria e trabalho sem direitos.
Rejeitamos o retrocesso, queremos serviços públicos de qualidade e educação que desenvolva os nossos jovens e crianças. Rejeitamos dar dinheiro para a guerra e armas para matar e destruir, queremos um país desenvolvido e solidário.
Por isso, mesmo, marcamos presença em protesto no, dia 18, no Jardim de Infância da Ameixoeira e, pela tarde, em frente à Assembleia da República para dizer não à reforma laboral!
NÃO PARAMOS!
JUNTOS SOMOS + FORTES






