Docentes das Escolas Portuguesa no Estrangeiro em greve e em força pela equidade de condições laborais

Hoje, dia 27 de março de 2025, os docentes das Escolas Portuguesas de São Tomé e Príncipe, Luanda, Moçambique e Díli, com a solidariedade dos colegas de Cabo Verde, iniciaram uma greve de dois dias pela equidade de condições laborais para todos os colegas.

Com grande adesão, os colegas dos quadros de escola e contratados realizaram várias iniciativas de protesto durante o dia e enviaram-nos o registo fotográfico da unidade que congregou a luta em países tão distantes entre si.

O S.TO.P colocou toda a sua disponibilidade de forma a proporcionar os meios de unidade possíveis para potenciar a luta e, de forma inédita (como é apanágio nosso), juntamos todos para que todos saiamos com os mesmos direitos, protegendo a escola pública e os seus profissionais de educação, onde quer que estes se encontrem.

O Ministro, Fernando Alexandre, tem a responsabilidade de cumprir com a palavra dada e de não continuar a fugir sem responder às cartas e sem efetivar a legislação que diz há meses estar a ser preparada, quando desde agosto/setembro passados que os colegas junto com o S.TO.P. questionaram inúmeras vezes o MECI sobre esta situação. Percebemos, o que parece ser já uma prática comum, que o MECI ouve, ouve e ouve, e não responde, não responde e não resolve, à espera que os colegas esqueçam ou desistam.

Estes colegas não desistiram, juntaram-se e mobilizaram-se de forma inédita!

Consulte aqui os pré-avisos de greve.

JUNTOS SOMOS + FORTES!

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