Dia 12 de junho, às 8h30, em frente às escadarias da Assembleia da República, realizaremos um plenário nacional aberto a todos os docentes,no dia em que serão votadas propostas decisivas sobre o reposicionamento na carreira docente.
Precisamos que a mobilização se faça ouvir e que a nossa presença se faça sentir junto de quem tem o poder de decidir. Juntos, podemos contribuir para pôr fim a mais uma injustiça e exigir que o reposicionamento na carreira seja, finalmente, uma realidade.
Como é público, o S.TO.P. foi criado em 2018 e logo no ano letivo 2018/2019 o S.TO.P. foi o sindicato que dinamizou um Fundo Judicial Docente precisamente para lutar nos tribunais contra a injustiça nas ultrapassagens na carreira docente além de, por exemplo, termos sido o sindicato que colocou essa questão em vários pré-avisos de greve (pelo menos desde 2021) e de insistentemente posicionado contra esta injustiça em reuniões com diferentes Ministros da Educação.
Concluindo, temos defendido de forma persistente o reposicionamento justo de todos os docentes, combatendo as desigualdades e exigindo o cumprimento dos princípios constitucionais e europeus de igualdade profissional.
As constantes reestruturações da carreira e mecanismos injustos de retenção de professores em escalões por anos a fio, como por exemplo, as quotas na avaliação de desempenho docente e as vagas na progressão aos 5.º e 7.º escalões, traduziram-se numa manta de retalhos de injustiças no que toca ao posicionamento dos professores na sua carreira.
A situação criada por este processo gerou injustiças evidentes entre docentes, com professores com mais tempo de serviço a ficarem posicionados em escalões iguais ou inferiores aos de colegas com menos antiguidade.
O S.TO.P. defende, por isso, que estas situações devem ser corrigidas através do reposicionamento dos docentes de acordo com o seu tempo efetivo de serviço.
A justiça na carreira docente exige uma solução abrangente: o reposicionamento de todos os professores na carreira em função de todo o tempo de serviço efetivamente prestado, incluindo o tempo que ainda não foi integralmente considerado.
Só desta forma será possível repor a justiça relativa na carreira docente e valorizar verdadeiramente os profissionais da educação.
Leia e descarregue a convocatória do plenário enviado para todas as escolas:






