GREVE NACIONAL NA EDUCAÇÃO – 18 JUNHO

No dia da greve geral de 3 de junho de 2026, o governo fez uma provocação aos trabalhadores e agendou, sub-repticiamente, no último minuto possível e às escondidas, a discussão (e eventual votação na generalidade) do projeto da reforma (anti)laboral no parlamento para a próxima quinta-feira, dia 18 de junho, depois de duas greves gerais e de uma larga maioria da população se manifestar que está contra ela.

Face a esta provocação, o S.TO.P. rapidamente concluiu que não se poderia deixar passar em branco e sem resposta esta falta de respeito e de cultura democrática de um governo que não conseguiu aprovar o seu projeto de alteração das leis laborais em reuniões com os sindicatos e e quando os trabalhadores e a população já o rejeitaram de forma inequívoca.

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Dessa forma e reunidos em plenário no dia 10 de junho, os sócios do S.TO.P. decidiram convocar uma greve nacional da educação para o dia 18 de junho de 2026, quinta-feira. No dia de Portugal e de Camões, os profissionais da educação debateram e decidiram defender um país com qualidade para quem cá trabalha e estuda .

Para esse dia, 18 de junho, também convocamos todos a participarem juntos com o S.TO.P. na concentração que a CGTP chamou para a frente da Assembleia da República, em Lisboa a partir das 13h30.

A reforma (anti) laboral é um retrocesso demasiado grave para as nossas vidas, não podemos abandonar o campo de batalha quando nos desrespeitam, como o governo o fez.

A greve tem DUAS EXCEÇÕES, face ao curto de espaço de tempo de convocação para evitar serviços mínimos, assim, não se poderá fazer greve ao trabalho associado aos seguintes serviços:

  • Exame final nacional de Biologia e Geologia (719);
  • Reuniões de avaliação final.

JUNTOS SOMOS + FORTES!

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