A reforma laboral pretende retirar direitos sindicais e de luta, para além de aumentar a exploração aos trabalhadores com: redução de licenças parentais e de amamentação, diminuição de dias de férias pagas, diminuição da antecedência de aviso prévio de despedimento, despedimento livre não obrigando os empregadores reintegrar mesmo que o tribunal determine falta de justa causa, etc.
Os serviços públicos, a democracia, seja ela sindical, política, económica ou de liberdade de expressão, estão sob ataques sérios.
Juntemo-nos em luta pela defesa dos direitos dos trabalhadores e contra a reforma laboral, em defesa da Escola Pública e da democracia
Agora é o momento de realizar plenários, nos locais de trabalho, para preparar e mobilizar para a 2ª Greve Geral a 3 de junho.
JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!






